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Coordenaçãoo Geral da FASUBRA faz síntese da reunião com o MEC

As coordenadoras gerais da FASUBRA divulgaram um informe crítico sobre a condução da primeira mesa setorial realizada com o Ministério da Educação (MEC) realizada na tarde de segunda-feira (12).

Segundo Loiva Chansis, a reunião foi marcada pela falta de organização e respeito do MEC. “Essa reunião era para ter sido presencial. Depois nos notificaram que seria virtual, mas parte dos componentes estava presencialmente no MEC. Registramos nosso descontentamento”, afirmou.

A pauta principal da reunião girou em torno da formalização do termo de acordo da categoria, com ênfase na reivindicação histórica da jornada de 30 horas semanais. A FASUBRA cobrou do MEC uma postura mais ativa junto ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) para garantir avanços no acordo.

Ivanilda Reis classificou o encontro como “muito difícil”, criticando as condições técnicas da reunião híbrida e a ausência de respostas concretas. “Mesmo com dificuldades, cobramos com firmeza que as 30 horas voltem para o MEC, que é onde essa discussão deve ocorrer”, declarou.

Outro ponto destacado foi a necessidade de resposta urgente às pautas do acordo de greve. A federação reforçou que o governo deve respeitar os prazos e dar encaminhamento às reivindicações já apresentadas. “Apesar das dificuldades, não hesitamos em fazer essa cobrança com firmeza”, pontuou Ivanilda.

Cristina del Papa lamentou a falta de retorno sobre parte das pautas, mas destacou o trabalho em curso da Comissão Nacional de Supervisão da Carreira (CNSC) em temas como o RSC (Reconhecimento de Saberes e Competências) e regras de transição para aceleração de carreira. Entretanto, reforçou que outras pautas continuam paradas.

Diante do cenário, a FASUBRA está convocando as entidades de base a aprovarem a paralisação nacional nos dias 22 e 23 de maio, com ênfase na caravana a Brasília no dia 23, data em que está prevista nova reunião com o MGI. “É hora de jogar peso na mobilização. Precisamos fortalecer a paralisação e encher Brasília no dia 23”, concluiu Cristina.

Veja o vídeo na íntegra:

 

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