{"id":19656,"date":"2025-04-07T17:00:42","date_gmt":"2025-04-07T20:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/cta.clst17.mxpr.email.pecoraricloud.com.br\/~assufsmcom\/2025\/04\/07\/democracia-e-autonomia-em-pauta-no-seminario-universidade-que-queremos\/"},"modified":"2026-04-01T11:30:44","modified_gmt":"2026-04-01T14:30:44","slug":"democracia-e-autonomia-em-pauta-no-seminario-universidade-que-queremos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cta.clst17.mxpr.email.pecoraricloud.com.br\/~assufsmcom\/2025\/04\/07\/democracia-e-autonomia-em-pauta-no-seminario-universidade-que-queremos\/","title":{"rendered":"Democracia e autonomia em pauta no semin\u00e1rio &#8220;Universidade que queremos&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<p><span dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"><span dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"><span dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\"><span dir=\"auto\" style=\"vertical-align: inherit;\">A tarde desta quinta, 3 de abril, foi marcada por reflex\u00f5es e provoca\u00e7\u00f5es sobre o passado, o presente e principalmente o futuro das universidades. A segunda edi\u00e7\u00e3o do semin\u00e1rio \u201cUniversidade que queremos&#8221;, promovida este ano por Sedufsm, Assufsm, ATENS, Sinasefe e APG-UFSM, contou com a presen\u00e7a da professora M\u00e1rcia Barbosa, reitora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).<\/p>\n\n\n\n<p>O evento ocorreu no audit\u00f3rio Wilson Aita, no Centro de Tecnologia (CT) do campus da UFSM em Santa Maria. A atividade reuniu docentes, t\u00e9cnico-administrativos em educa\u00e7\u00e3o, estudantes, integrantes de dire\u00e7\u00f5es de centro e o reitor da UFSM, Luciano Schuch.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma fala direta e cr\u00edtica, M\u00e1rcia abordou os desafios hist\u00f3ricos e contempor\u00e2neos da universidade p\u00fablica brasileira, enfatizando a necessidade de uma institui\u00e7\u00e3o radicalmente democr\u00e1tica, emancipada e comprometida com a sociedade e o planeta. Em sua exposi\u00e7\u00e3o, a reitora da UFRGS apontou algumas a\u00e7\u00f5es que podem fortalecer as universidades, considerando, inclusive, o poss\u00edvel retorno do que ela chamou de \u201cgoverno de incompetentes\u201d \u2014 tipo de administra\u00e7\u00e3o que se manifesta por meio do sucateamento das institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino.<\/p>\n\n\n\n<p>A discuss\u00e3o teve in\u00edcio com a contextualiza\u00e7\u00e3o realizada pelo diretor da Sedufsm, Everton Picolotto. O docente apresentou, de forma breve, o contexto no qual as universidades brasileiras se consolidaram como espa\u00e7os de elite e, a partir dos anos 2000, passaram a abrigar maior diversidade entre estudantes e profissionais. No entanto, segundo o dirigente da Sedufsm, essa diversidade ainda hoje incomoda setores privilegiados. Por isso, Picolotto refor\u00e7ou a relev\u00e2ncia do debate sobre democracia, acesso ao conhecimento e inclus\u00e3o nas universidades.<\/p>\n\n\n\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cta.clst17.mxpr.email.pecoraricloud.com.br\/~assufsmcom\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/F04-15852.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u201cConhecimento \u00e9 sobreviv\u00eancia\u201d<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Durante sua fala, a professora M\u00e1rcia Barbosa iniciou com uma provoca\u00e7\u00e3o: at\u00e9 que ponto a universidade brasileira tem, de fato, dialogado com a sociedade? Para ela, ainda vivemos uma l\u00f3gica de conforto e isolamento, na qual o conhecimento permanece restrito a uma bolha, excluindo grande parte da popula\u00e7\u00e3o. \u201cSer\u00e1 que queremos conversar? E quais os riscos?\u201d, questionou.<\/p>\n\n\n\n<p>A reitora tra\u00e7ou um panorama hist\u00f3rico do conhecimento constru\u00eddo de modo encastelado, desde a Antiguidade at\u00e9 os dias atuais, ressaltando como a ci\u00eancia tem sido constru\u00edda por e para elites, desconsiderando comunidades inteiras, seus saberes e suas necessidades. Isso, muitas vezes, gera uma inclus\u00e3o que n\u00e3o acolhe e nem agrega, de acordo com M\u00e1rcia.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse contexto, h\u00e1 uma perda de confian\u00e7a da sociedade no conhecimento produzido pelas universidades, ainda que as contribui\u00e7\u00f5es da pesquisa e do ensino sejam evidentes. Como exemplo recente, M\u00e1rcia citou o desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19 durante a pandemia. Mesmo assim, a desconfian\u00e7a persiste, sobretudo em temas como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, que t\u00eam ocupado o notici\u00e1rio e mobilizado a opini\u00e3o p\u00fablica. Sobre isso, ela alertou: \u201cA briga contra o aquecimento global \u00e9 a droga de entrada da guerra contra a ci\u00eancia.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Para a docente, \u00e9 fundamental reconstruir a confian\u00e7a no saber acad\u00eamico, substituindo a f\u00e9 cega por uma rela\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e comprometida com o conhecimento. \u201cA universidade \u00e9 esse lugar que cria, guarda e transmite o conhecimento. Precisamos transformar essa universidade para que ela possa sobreviver\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, \u00e9 fundamental que as universidades estejam ao lado da sociedade n\u00e3o apenas em momentos extremos ou de modo distanciado, mas em constante di\u00e1logo, seja para construir conhecimentos, seja para divulg\u00e1-los ao maior n\u00famero poss\u00edvel de brasileiras e brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cta.clst17.mxpr.email.pecoraricloud.com.br\/~assufsmcom\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/F04-15849.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A\u00e7\u00f5es para resistir e transformar<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Frente ao diagn\u00f3stico da situa\u00e7\u00e3o das universidades brasileiras, M\u00e1rcia listou, em sua fala, uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es que podem, se colocadas em pr\u00e1tica, reverter os cen\u00e1rios pessimistas da educa\u00e7\u00e3o superior no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Para enfrentar os ataques \u00e0 ci\u00eancia e ao ensino superior p\u00fablico, a docente defendeu uma atua\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica por parte das universidades, baseada em informa\u00e7\u00e3o e di\u00e1logo com todos os setores da sociedade. A reitora tamb\u00e9m destacou o subfinanciamento cr\u00f4nico das institui\u00e7\u00f5es federais, agravado por uma pol\u00edtica deliberada de desvaloriza\u00e7\u00e3o. Comparou o cen\u00e1rio brasileiro ao de outros pa\u00edses e mostrou que, mesmo com eventuais melhorias or\u00e7ament\u00e1rias, o investimento ainda est\u00e1 aqu\u00e9m do necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e1rcia criticou o avan\u00e7o das chamadas \u201cuniversidades fast food\u201d, voltadas apenas \u00e0 forma\u00e7\u00e3o r\u00e1pida de profissionais para o mercado, e alertou para a diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de estudantes nas universidades federais.<\/p>\n\n\n\n<p>A professora tamb\u00e9m evidenciou as desigualdades de g\u00eanero na academia. Apesar de as mulheres serem maioria entre estudantes do ensino superior, elas s\u00e3o sistematicamente exclu\u00eddas \u00e0 medida que avan\u00e7am na carreira acad\u00eamica. Segundo M\u00e1rcia, essa exclus\u00e3o n\u00e3o \u00e9 fruto de falta compet\u00eancia ou consequ\u00eancia da fal\u00e1cia da meritocracia, mas de decis\u00f5es pol\u00edticas que sustentam a desigualdade de g\u00eanero. \u201cA pol\u00edtica entra por uma porta, as mulheres saem pela outra\u201d, disse, criticando vis\u00f5es sustentadas pelo machismo e pelo patriarcado nos espa\u00e7os de decis\u00e3o e gest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, considerar as diferen\u00e7as \u00e9 essencial para a universidade, que precisa garantir espa\u00e7os reais de escuta e de fala. \u00c9 justamente dessa pluralidade que surgem as inova\u00e7\u00f5es mais relevantes, pois, nas palavras de M\u00e1rcia, \u201c\u00e9 a diversidade que traz mais inova\u00e7\u00e3o disruptiva\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro eixo fundamental para a transforma\u00e7\u00e3o do ensino superior, segundo a reitora, \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de uma no\u00e7\u00e3o emancipat\u00f3ria de universidade. Isso significa ser radicalmente democr\u00e1tica, acolhedora e comprometida com os diversos saberes e realidades sociais. \u201cN\u00e3o substitu\u00edmos o Estado, o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), a seguran\u00e7a \u2013 mas a gente conversa, ouve e tenta entender o que os grupos diferentes trazem\u201d, explicou.<\/p>\n\n\n\n<p>Desse modo, a universidade deve ser coerente com seus princ\u00edpios e pautar-se por uma gest\u00e3o baseada em evid\u00eancias, com pol\u00edticas avaliadas e aprimoradas a partir de dados concretos. Isso possibilita uma administra\u00e7\u00e3o mais eficaz e alinhada com os compromissos p\u00fablicos. A partir desses dados, \u00e9 poss\u00edvel avaliar pol\u00edticas, identificar \u00e1reas que precisam de mais investimento e propor ajustes necess\u00e1rios em cada etapa de gest\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao retomar as quest\u00f5es clim\u00e1ticas, M\u00e1rcia destacou que tamb\u00e9m \u00e9 papel das universidades promover a sa\u00fade do planeta e adotar medidas que combatam a degrada\u00e7\u00e3o da vida. Refor\u00e7ou que \u00e9 urgente integrar a pauta da sa\u00fade planet\u00e1ria, reconhecer os limites ambientais e combater discursos negacionistas. A ci\u00eancia, argumenta, n\u00e3o pode estar dissociada da sustentabilidade e da distribui\u00e7\u00e3o justa dos recursos. \u201cTodo o conhecimento deve estar limitado aos recursos do planeta\u201d, refor\u00e7ou, alertando para a resist\u00eancia de setores que ainda defendem modelos de desenvolvimento baseados na queima de combust\u00edveis f\u00f3sseis e no desmatamento dos biomas brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cta.clst17.mxpr.email.pecoraricloud.com.br\/~assufsmcom\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/F04-15851.jpg\" alt=\"\" \/><\/p>\n\n\n\n<p>Durante o debate, o diretor da Sedufsm, Jadir Lemos, questionou como as universidades podem promover a sa\u00fade mental e f\u00edsica de suas\/seus trabalhadoras\/es. M\u00e1rcia respondeu apontando que, muitas vezes, o problema n\u00e3o \u00e9 apenas o excesso de trabalho, mas a falta de \u00e2nimo coletivo: \u201cEstamos viciados no distante, no online. Teremos que fazer um esfor\u00e7o para estarmos mais presentes, em a\u00e7\u00f5es mais coletivas\u201d, pontuou.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, a reitora fez um chamado \u00e0 mobiliza\u00e7\u00e3o permanente em defesa da educa\u00e7\u00e3o e da universidade p\u00fablicas. \u201cAcredito que seremos capazes de reverter essa situa\u00e7\u00e3o. Para mim, luto tamb\u00e9m \u00e9 verbo\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cta.clst17.mxpr.email.pecoraricloud.com.br\/~assufsmcom\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/F04-15850.jpg\" alt=\"Representantes da Sedufsm, Atens, Assufsm e Sinasefe, organizadores do semin\u00e1rio, com M\u00e1rcia Barbosa\" \/><\/p>\n\n\n\n<p><em>Representantes da Sedufsm, Atens, Assufsm e Sinasefe, organizadores do semin\u00e1rio, com M\u00e1rcia Barbosa<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Paridade nas elei\u00e7\u00f5es para reitoria e fim da lista tr\u00edplice<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ao final da exposi\u00e7\u00e3o de M\u00e1rcia Barbosa, servidoras\/es e estudantes presentes puderam se manifestar na tribuna e colaborar com o debate. Um dos pontos que se destacou na discuss\u00e3o foi a quest\u00e3o da autonomia universit\u00e1ria, especialmente no que se refere \u00e0 paridade entre os segmentos da comunidade acad\u00eamica nas elei\u00e7\u00f5es para reitoria e ao fim da lista tr\u00edplice para escolha da gest\u00e3o universit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e1rcia enfatizou que a lista tr\u00edplice n\u00e3o representa a vontade da maioria, n\u00e3o colabora com o trabalho que as servidoras\/es precisam desenvolver com a gest\u00e3o e constitui uma decis\u00e3o autorit\u00e1ria que desrespeita o processo democr\u00e1tico. Na ocasi\u00e3o, servidoras\/es e estudantes da UFSM tamb\u00e9m se posicionaram pela paridade no voto para reitoria. &#8220;At\u00e9 o final do pr\u00f3ximo ano, precisamos garantir o fim da lista tr\u00edplice&#8221;, ressaltou a reitora da UFRGS.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos pr\u00f3ximos meses, a UFSM passar\u00e1 pelo processo eleitoral de escolha da nova reitoria, e o debate sobre a paridade mais uma vez se apresenta como forma de garantir voz e vez a toda a comunidade acad\u00eamica na escolha de suas\/seus gestoras\/es.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Texto: Nath\u00e1lia Costa\/Assessoria de Imprensa da Sedufsm<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Fotos: Bruna Homrich\/Assessoria de Imprensa da Sedufsm<\/em><em>\u00a0<\/em><\/span><\/span><\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tarde desta quinta, 3 de abril, foi marcada por reflex\u00f5es e provoca\u00e7\u00f5es sobre o passado, o presente e principalmente o futuro das universidades. 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